domingo, 2 de outubro de 2011

Não dá mais!!!

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O Vasco não jogou mal. Fez um primeiro tempo muito bom e ainda poderia ter saído com a vitória (O Corinthians também, pois criou, jogou bem também, em um jogo muito equilibrado). Mas cedeu o empate, em casa, onde os gols do Corinthians - o primeiro em um erro bobo de Márcio Careca - saíram todos pela esquerda, onde o lateral, já citado, tomava um banho de William na bola. O primeiro do Corinthians, no erro que já citei, o contra-ataque foi mortal. Passe de Danilo e gol de Alex. Já o Segundo do Timão, saiu na etapa final, por preciosismo de Alecsandro em dar passe de calcanhar no meio-campo. Os gols do Vasco foram marcados por Dedé de cabeça - um gol bonito, por sinal - e outro golaço de Fágner, com categoria, tocando a bola por cima de Júlio Cesar. Final de jogo, Vasco 2 x 2 Corinthians. Vasco mantém a liderança, com dois pontos ainda de vantagem sobre o mesmo Corinthians, vice-líder.
Já sobre a foto, não dá mais para o Vasco ter no elenco jogadores como Marcio Careca ou Alecsandro. Se continuar assim, em 2012 na Libertadores, não avançaremos muito.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Um domingo pra abalar corações.


Faz um tempo que não escrevia aqui.
Bem o Vasco é o atual líder do Brasileirão como todos sabem, e jogará neste domingo contra o vice-líder Corinthians, que valerá ou a liderança para o timão, ou o distanciamento de 5 pontos para o Vasco. Depois do jogo de domingo, comentarei aqui denovo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Clube de Regatas Vasco da Gama. Campeão da Copa do Brasil 2011






Vem caralho! Vem caralho! Vamos celebrar o nosso título entalado na garganta há 8 anos.

Mas o Vasco que eu sempre amei e torci é muita maior que isso, muito mesmo.

Eu chorei, eu pulei, rouco também fiquei, quebrei prato, desfilei de cueca, tomei banho de cerveja, pulei, torci, ruí as unhas, fiquei nervos, achei que teria um enfarto, abracei meu pai, abracei os amigos, sorri demais,dei madeirada no chão, soltei bombas, passei o dia vendo notícias só do Vasco. Uma poção de sentimentos misturados em uma só palavra: CAMPEÃO.

O Vasco é meu, é seu, é nosso. Vi Juninho, vi Felipe, vi Romário, vi Edmundo, vi Euller, vi Donizete, vi Mauro Galvão, vi Odvan, vi Hélton, vi Carlos Germano. Agora vejo Diego Souza, Alecsandro, Anderson Martins, Dedé, Éder Luís, Felipe de novo, Rômulo, Allan, Ramon, Fernado Prass, A MURALHA, Ricardo Gomes como o comandante. É isso, são palvras que não tem como lembrar pra dizer aqui, são muitos sentimentos de amor ,orgulho paixão, alegria tudo em um pequeno coração, um único coração mas que está interligado a mais de 13 milhões de pessoas que como eu, hoje acordaram feliz, acordaram na Libertadores da América. Brasileiro? Que venha com o Reizinho. Sul-Americana? Eu também quero. Libertadores. 2012 tá aí e e se for o fim do mundo, que seja, mas com o Vasco campeão. Aí sim, eu morro feliz!

sábado, 30 de abril de 2011

A verdade revelada.



Tirei essa postagem do orkut do amigo Thierre.
Eu sempre soube disto, mas os flamenguistas teimam em discordar.
Contra fatos não há o que discutir, não há argumentos.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O bom filho à casa torna.

Rei da Colina está de volta!

O que eu posso dizer: ELE voltou.
Juninho Pernambucano é o ídolo junto com Edmundo ao qual eu mais admirei no Vasco (talvez tenha sido por eu vê-lo jogar nos meus curtos dezoito anos), e sempre esperei o dia da tal volta do "Reizinho".
Sim, a nação Vascaína está feliz, muito feliz pela volta de um dos dez maiores jogadores de nossa história, e não podia ser num momento melhor, onde o Trem-bala da Colina vem exibindo um bom futebol, que oscila muito, mas não deixa de ser bom. O Vasco voltou a empolgar sua torcida, a despertar aquela vontade de ir ao estádio, torcer, vibrar, chorar e não há momento melhor para liquidar de vez o Flamengo na final da Taça Rio e disputar a final do Carioca.
Que o REZINHO nos dê a moral e nos ajude mais um vez, como sempre fez, a sorrir, sorrir e ser feliz.
Isto sim é ser VASCO DA GAMA!


Gol do Juninho,no  Monumental ♪

Redenção!


Na minha última postagem, faz um tempinho, eu disse que o Flu seria eliminado da Copa Libertadores (Minha namorada que é tricolor ficou furiosa com isto rs), mas acabou que não aconteceu tal tragédia e o Flu provou mais uma vez ser um time de milagres.
Os matemáticos já furiosos por tal desafio constante à eles por parte do tricolor, talvez ousem nem fazer mais prognósticos sobre chances e tal para o Fluminense agora.
É Flu, João de Deus deve mesmo estar olhando por vocês lá de cima.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

É o trem bala da colina mané!



Trem Bala da Colina.
Definição: Um trem bala de tradição forte, que atualmente tem no ultimo vagão Fernando Pras que é quem dá a segurança necessária para o funcionamento correto onde tem o apoio dos vagões Dedé, sendo este o maior e mais forte vagão, e Anderson Martins que tem um belo movimento e bela desenvoltura na saída.
Os dois seguintes vagões são Ramon e Allan que dão todo apoio tanto na segurança quanto na aceleração do trem bala. Os vagões responsáveis pelas curvas e arrancadas são o discreto Rômulo e o forte Eduardo Costa, qua atualmente em manutenção e foi substituído a altura por Felipe Bastos. Os vagões de maior classe para o público são Bernado, Diego Souza e Alecsandro, nos quais são responsáveis por atropelar os concorrentes, inclusive um tal de "bonde sem freio" ou sei lá o que. E o condutor disso tudo se chama Felipe, que é a mais importante peça do trem, o que dá volume, velocidade a alegria ao torcedor/passageiro que embarca nessa alegria e paixão de ser vascaíno.
Não gosto muito deste termo "trem bala da colina" mas como a maioria da apaixonada torcida aderiu, está aqui a minha contribuição, e que o Vasco atropele tudo e todos, pois ele é o maior para nós e sempre será.

É questão de orgulho. (Por Raphael Fernandes)






Hoje mais cedo li uma reportagem sobre o Vasco de 1997 até o Mundial de 2000.
Em 1997, o Vasco não montou um time, montou uma verdadeira SELEÇÃO, que começava com o incrível Carlos Germano no gol, Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe na zaga, Luisinho, Nasa, Juninho Pernanbucano e Ramon formavam um meio-campo perfeito, Evair e o melhor jogador do MUNDO Edmundo eram os homens de frente dessa seleção. Resultado: Campeão Brasileiro em 1997 e ali se iniciava uma era jamais vivida por clube nenhum até o momento.
1997 terminara de uma forma explêndida e 1998 chegava com um grande "peso nas costas", o  CENTENÁRIO. Graças a Deus aquele ano foi surreal, tornou-se sem dúvidas o ano mais vitorioso da história do Vasco, não estou falando apenas pelo futebol e sim por todos os esportes, o Vasco realmente era o Clube a ser vencido aquele ano. Não vou falar dos títulos dos esportes olímpicos e nem do futebol feminino, aquele geração merece ser citada sozinha, não desmerecendo o elenco dos outros esportes!
Naquele ano, a torcida estava "assustada" com a saída do Animal e e do Evair, então, rapidamente a diretoria tratou de buscar jogadores que pudessem substituir os tais .. chegavam no Vasco Donizete e Luizão. O Restante do time continuara o mesmo. O iminente título estadual de 1998 serviu apenas como um "aperitivo" perto do prato principal, a Libertadores da América. Com uma campanha extraordinária, o Vasco foi campeão da Libertadores, deixando pra trás o até então melhor time do continente, o River Plate com aquele gol histórico do Juninho Pernambucano. Na final, Donizete e Luizão fizeram a felicidade da torcida aqui no Rio e com mais 1 gol de cada no jogo de volta, deixaram a torcida vascaína eufórica.
Eu ainda creio que aquele título mundial de 1998 não veio, porque não tínhamos Edmundo, o animal! Afinal, ele mais do que ninguém merecia esse título.
Em 1999, Vasco foi campeão da Taça Rio e do Torneio Rio-São Paulo. Porém, nada se comparava ao título da Libertadores e a derrota no mundial do ano anterior. Mais um ano que o Vasco era campeão de algo de nível nacional.
Em 2000, veio a Mercosul, já com Hélton no gol, Juninho Paulista no meio campo e o baixinho Romário, o Vasco já deixava claro que vinha pra ser campeão. Não vou dizer nada sobre a caminhada até a final, até porque, aquela final fez com que os outros jogos fossem esquecidos. O Vasco venceu o primeiro jogo no rio por 2x0 se não me falha a memória, o segundo jogo eu não me recordo o resultado e foi necessário um terceiro jogo .. Primeiro tempo em São Paulo, 3 a 0 Palmeiras e nem o mais otimista dos vascaínos acreditava no título. Eis que Deus, que acredito que seja vascaíno, faz com que Romário e Juninho Paulista voltem pro segundo tempo iluminados, tudo dava certo quando eles estavam com a bola nos pés, final do jogo, 4x3 Vasco, 3 do Romário e 1 do Juninho Paulista, tornando-se a VIRADA DO SÉCULO!
Ainda em 2000, outro título brasileiro! eis que vem um outro mundial e o GRANDE EDMUNDO se destaca novamente, ao lado do baixinho. Na final um empate e o jogo vai para os penaltis, e vejamos como nem sempre o mundo do futebol é justo, coube ao melhor jogador do mundial perder o penalti, consagrando assim o Corinthians campeão mundial daquele ano. Não o culpo, afinal acontece. Só queria agradecer NOVAMENTE por todas as alegrias que me deram durante esses anos!

Fonte: http://raphaeelf.blogspot.com/2010/12/e-questao-de-orgulho.html

sábado, 16 de abril de 2011

O Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor!


Sem dúvida foi o melhor jogo da história. Lembro-me muito bem daquele dia.
Quando o Palmeiras fez 3 a 0 no primeiro tempo, meu tio que mora em cima desceu gritando, dizendo pro meu pai, que também é vascaíno, que já tinha acabado. Meu pai disse que tinha o segundo tempo, mas meu tio insistiu em dizer que de nada ia adiantar e que o Palmeiras só aumentaria a vantagem. Pois bem o Vasco virou o segundo tempo, e eu lembro que meu pai gritou muito, eu também, um moleque de 8 anos chorando pois nem eu mesmo, e que naquela idade já gostava de futebol, acreditei no que vi.
Pois bem meu pai foi no meu tio e começou a gritar: "Tu não disse que acabou? Agora sim acabou, é campeão porra!". Se passaram 11 anos e aquela cena não sai de minha mente e talvez nunca sairá.
Sem dúvida foi o melhor jogo da história.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O ídolo!

Roberto Dinamite, "O DEUS de calção e chuteira." por Ronaldo Theobald

Ronaldo Theobald > O Deus de calção e chuteira

Em um domingo lindo, no mês de maio de 1977, fui escalado pelo editor de fotografia do JB para a cobertura da partida de futebol que seria realizado no estádio da Portuguesa, na Ilha do Governador, entre as equipes do Vasco da Gama e da Portuguesa.
Naquele dia, no momento em que a equipe do Vasco saía do vestiário e caminhava em direção ao campo, passava por um túnel feito de telas, onde os torcedores se comprimiam junto ao gradil de tela e estendiam suas mãos para tocarem seu ídolo. Parecia uma cena bíblica, algo mágico.
Fiquei observando como ia registrar aquele momento. No intervalo da partida me coloquei, discretamente, deitado no chão do túnel e aguardei a entrada dos jogadores um a um. A medida que eles retornavam para o segundo tempo ia dando meus clicks. Meu alvo era o Roberto Dinamite, o ídolo da torcida, e ai surge, caminhando, o GRANDE ÍDOLO, Roberto Dinamite. Mãos tentam tocá-lo, eu disparo minha câmera, sabendo que ali "estava a mais bela foto da minha vida".

Com ela ganhei vários prêmios nacionais e internacionais, entre eles o maior prêmio do jornalismo brasileiro O PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO.
Quando comentei que deitei no chão foi exatamente para evitar que outros fotógrafos percebessem o que eu estava fotografando (só o Globo, nosso concorrente, estava com seis “daguerreotipistas” (*), eu tinha que driblá-los). Nenhum "coleguinha" me viu, se viu não teve curiosidade. Dei uma de Garrincha, um daqueles dribles fantásticos.
Na segunda-feira, foi a única fotografia da PRIMEIRA PÁGINA do JB.


Fiz um pôster e dei ao Roberto. Ele está em destaque na sua residência, e sempre se deixa fotografar ao lado dele, e no seu retorno ao Brasil do futebol espanhol era sua única bagagem de mão. Roberto inclusive declarou que é "seu maior troféu".

Ela é histórica porque é uma foto raríssima, sintetiza o jogo e o público e retrata o DEUS de calção e chuteira. Como a grandiosidade dos estádios este contato é impossível atualmente.
Considero a mais bela fotografia da hístória do futebol (me perdoe pela falta de modéstia). Segundo o comentário de Marco Caetano, publicado no Pasquim, Roberto parecia um santo, um beato, um São Francisco do Mestre Vitalino. Uma foto assim diz mais sobre a carreira de um ídolo do que as poses com taças e faixas. A maior conquista do craque no estádio da Ilha.

domingo, 3 de abril de 2011

A sua sama assim se fez ♪



Ser Vasco é ser intrépido tanto quanto leal. É ter o sentido da história do Brasil a fundir povos e raças sem preconceito. É ser navegante da esperança, não temer aventura, futuro, conquistas, calmarias ou tempestades.
Ser Vasco é renegar o temor e ser popular sem populismo, ser valente sem arrogância e ser decidido sem soberba. É ter a vocação da vitória e a disposição necessária à qualidade e ao mérito por saber que virtudes necessitam de energia e energia, de vontade.
Ser Vasco é, pois, ser virtude, vontade, valor e vanguarda: tudo com o v de vida, o mesmo de Vasco.
Ser Vasco é conhecer o grito do entusiasmo, esperar a hora de vencer e sentir o cheiro do gol. É incendiar estádios e extasiar multidões. É adivinhar instantes decisivos e saber decidir.
Ser Vasco é ser mais povo do que elite, mais tradição do que novidade, mais segurança do que aparência, mais clube do que time, mais vibração do que delírio, mais vigor do que agressão.
Ser Vasco é ousar, insistir, renovar-se, trabalhar para construir a vitória não como forma de superioridade, mas de aperfeiçoamento da vida e do esporte. É gol, é gala, é garbo de uniforme original, cruz no peito, sonho n’alma e amor no coração.
Ser Vasco é emoção recompensada porque vitória bem planejada, é lance, é lança, liberdade, impulso e convicção.
Ser Vasco é sentir o gosto da felicidade, da vitória e do grito maiúsculo de gol. É ter sabedoria e prudência, unidas na tática certeira ou na organização eficaz. É viver a emoção de lembrar nomes, lendas, heróis e legendários craques, troféus, títulos, retratos, faixas, taças, copas e vitórias imortais.
Ser Vasco é ter idênticos motivos para cultuar o passado tanto quanto crer no futuro.
Ser Vasco, enfim, é saborear com humildade o orgulho sadio da vitória merecida, do entusiasmo com motivo e da grandeza como destino“.

(Arthur da Távola - Ser Vasco)